segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Fundação Cesp: Resgate de 25% da Reserva Matemática
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Greve pode estender até a eleição
O Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, realiza várias assembleias em rejeição da proposta da AES Eletropaulo. Ao todo são 30 assembleias para deliberação sobre a proposta do Acordo Coletivo dos Trabalhadores (ACT) , o qual o Sindicato não concorda e, para decretação de greve de 24 horas a partir da zero hora no dia 24 de setembro, junto com a decretação de assembleia em caráter permanente.
A AES Eletropaulo tem o pior acordo entre as empresas do setor elétrico, caso ela não avance nos itens - gratificação de férias, o incentivo a aposentadoria e extensão a licença maternidade - o STIEESP também fará greve nos dias que antecedem e no dia da eleição, 3 de outubro.
Não há avanços da empresa em relação ao acordo. A Eletropaulo é a maior distribuidora de energia da América Latina, e consequentemente vem lucrando muito. Ela registrou o lucro de R$ 465 milhões no segundo trimestre deste ano, mais de 200% comparado ao um ano antes.
O Sindicato realizou até agora 25 assembleias e faltam 5 para finalizar o encaminhamento de plano de lutas. Até agora foram 2.121 participantes, votaram a favor do Sindicato 1.976 trabalhadores e apenas 59 contra, 17 assembleias tiveram votação unânime - os trabalhadores rejeitam a proposta da AES Eletropaulo. A última assembleia ocorrerá no Sindicato dos Eletricitários de São Paulo no dia 20 de setembro às 18h30.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Queda de energia na chuva de 07/09 é prenúncio do que pode acontecer
As quedas de energia que aconteceram terça-feira, 7 de setembro/2010, em 10 bairros de São Paulo e a dificuldade e demora em restabelecer as ligações, são prenúncio do que pode acontecer no período de chuvas na capital. A informação é do presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Carlos Reis. Segundo ele, “os trabalhadores da Eletropaulo estão sobrecarregados, atuando no limite de sua capacidade. Qualquer demanda extra supera a capacidade de trabalho dos eletricitários de plantão.”
“Para piorar”, continua o líder dos eletricitários paulistas, “a empresa, com o objetivo de economizar tostões, proibiu horas-extras e concedeu folgas generalizadas no feriadão, confiando que a seca iria continuar e não haveria quedas de energia. Economias como essa, que precarizam o setor, colocam em risco a segurança da população e exigem que os eletricitários se desdobrem para atender aos chamados, arriscando, às vezes, suas próprias vidas.”
GOVERNO DEVE EXPLICAÇÕES
Ainda segundo o Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, o governo do Estado, que privatizou a empresa, mas que continua responsável pelo bem estar dos cidadãos, precisa explicar porque permite essa situação/limite, que gera desconforto e insegurança.
A empresa, por sua vez, precisa explicar porque trabalha com escalas mínimas, porque demite eletricitários experientes e contrata pessoas sem lhes proporcionar o devido treinamento. Em caso de acidente(s) com perda(s) de vida(s) quem vai assumir a responsabilidade? – É a pergunta que se fazem os eletricitários.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Parabéns Eletricitários

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Energia Elétrica de São Paulo completou no dia 04 de setembro, 65 anos de lutas e conquistas. Fazer 65 anos é, antes de tudo, um símbolo. Símbolo, hoje, de experiência e de maturidade. Ou de melhor idade, como está na moda dizer.
Pois bem. Nosso Sindicato tem 65 anos. E faz aniversário com motivos de sobra para comemorar. O primeiro deles é a própria sobrevivência. Quantas dificuldades, problemas e perseguições! Mas sobrevivemos! Vencemos todos os percalços do caminho e nunca faltamos à categoria. Tanto que temos, hoje, um dos maiores patrimônios de conquistas sindicais. Várias conquistas consolidadas dos trabalhadores brasileiros aconteceram primeiro aqui, no Eletricitários/SP.
Entre a categoria gozamos, hoje, significativo apoio. Claro que existem críticos e até adversários. Faz parte. Mas a ampla maioria sabe que este é um Sindicato sério, de trabalho, que não se entrega, que não se vende. Mesmo nos momentos mais difíceis – seja na ditadura militar, seja no famigerado governo que entregou nossas estatais a preço de banana estragada – mantivemos nossa cabeça erguida. Perdemos algumas batalhas, mas nunca por ter fugido à luta. Mas, em troca, ganhamos inúmeras outras batalhas. Ganhamos a maioria delas, para dizer a verdade.
Fizemos 65 anos e celebramos lutando: estamos em plena Campanha Salarial na Eletropaulo, onde os companheiros estão dando um show de presença e participação nas Assembléias. A luta está tão grande e exige tanto, que as comemorações pelo aniversário serão realizadas em data um pouco mais à frente. Haverá comemoração, com certeza. Aliás, comemorações! Nós merecemos! Esse 4 de setembro é o início de nosso 65º ano. Até agosto de 2011 estaremos comemorando. Homenageando nosso passado. Vivendo nosso presente. Preparando nosso futuro.
Parabéns, eletricitárias e eletricitários de São Paulo. É o aniversário de sua casa de lutas e conquistas. Orgulhe-se! Você merece! Nós merecemos!
Pela diretoria do STIEESP:
Carlos Reis
Presidente
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Jornal do Eletricitário

Companheiros (as), confiram a edição Julho/Agosto 2010 do Jornal do Eletricitário em nosso site: http://tinyurl.com/273xlpc
Mandem suas sugestões, críticas e elogios.
Boa leitura.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Eletropaulo - Show de Resultados? Para quem cara pálida?!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Eleição 2010: Sessão Eleitoral foi realizada no dia 29 de julho
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Falta de segurança pode ter sido causa de mais um acidente grave!
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Reestruturação do Plano de Saúde - PES
terça-feira, 29 de junho de 2010
Participe da Pesquisa dos Eletricitários
No final desta pesquisa, concorremos a uma estada na Colônia de Férias de Praia Grande.
Acessem o site:
http://www.eletricitarios.org.br/default.asp?idCan=modulos&idSubCan=ask_login
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Remo: a morte que choca os trabalhadores
Com 7 anos de casa, o companheiro José Marcos Alves de Lima, de 35 anos, deixou familiares e amigos no final de maio.
Quantos outros companheiros teremos que perder para que medidas legais sejam realmente tomadas? Porquê não há nenhum tipo de esclarecimento por parte da empresa? Será que esperam por mais fatalidades?
Pois nós NÃO! Queremos justiça, verdade e SEGURANÇA para os nossos trabalhadores, algo que é tanto discutido e exigido nas pautas de Acordo Coletivo. Porém aonde está o comprometimento da empreiteira?
É o que iremos descobrir, seja por bem ou por mal.
Para nós essa atitude só demonstra menosprezo, falta de respeito e, principalmente, de profissionalismo.
Estamos de olho, buscando informações e acompanhando de perto a apuração do caso. Se nada for divulgado pela Remo, entraremos em contato com o Ministério do Trabalho para que medidas legais sejam apresentadas e tomadas.
A perda de um companheiro é algo irreparável. Não queremos perder mais um, apenas queremos a verdade!
O Sindicato e os trabalhadores exigem transparência!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Banco de e-mail dos trabalhadores
Além disso, poderão tirar suas dúvidas, opinar e sugerir sobre os encaminhamentos de luta. Para que possamos colocar essa ação em prática, pedimos à todos os trabalhadores que encaminhem seus e-mails, especificando a empresa e a área em que trabalham, para:
jornalismo@eletricitarios.org.br
Esse é mais um passo do Sindicato para ficar cada vez mais próximo do trabalhador!
Participem e fortaleçam essa luta!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Dia Internacional do Trabalho

Companheiros e companheiras, em 1º de maio comemoramos mais um Dia Internacional do Trabalho. Uma data que representa todos os trabalhadores e trabalhadoras de todas as categorias, em sinal de uma verdadeira união.
A data foi criada em 1889, por um Congresso Socialista realizado em Paris, em homenagem à greve geral de 1º de maio de 1886, em Chicago, principal centro industrial dos Estados Unidos na época.
A greve que reuniu milhares de trabalhadores, protestou contra as condições de trabalho desumanas a que eram submetidos, bem como a redução da jornada de trabalho que chegava a 13 horas diárias.
Neste ano, novamente estivemos unidos as demais categorias reivindicando a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, bem como a ratificação da Convenção 158, o fim do Fator Previdenciário, a igualdade de oportunidade, o desenvolvimento com a valorização do trabalho, e a comemoração dos 70 anos do salário mínimo.
Sabemos que a luta pelos nossos direitos não é fácil companheiros, mas baseados no sentimento de que juntos somos mais, nos fortalecemos para enfrentar todas as adversidades!
E é nesse movimento de união, que parabenizamos a todos os trabalhadores eletricitários e das demais categorias por esse dia!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
Eletropaulo
Além disso, haverá também o pagamento da PLR individual, através do resultado da avaliação de desempenho. Clique aqui para ler mais
Participem! Sua presença é muito importante!
quinta-feira, 18 de março de 2010
Adeus ao companheiro Metanol

O companheiro Metanol foi diretor deste Sindicato durante um mandato, tendo prestado relevantes serviços à categoria eletricitária, principalmente aos companheiros da Usina Henry Borden (Cubatão).
O corpo está sendo velado no Cemitério Municipal de Cubatão e será sepultado no dia de hoje, às 17h.
À família enlutada, apresentamos nossas sentidas condolências.
São Paulo, 18 de março de 2010.
A DIRETORIA
segunda-feira, 15 de março de 2010
Igualdade para os terceirizados
Tratando-se das relações de trabalho, a terceirização continua sendo um tema bastante polêmico. Alvo de críticas exacerbadas ou de apoios entusiásticos, a terceirização precisa ser vista por outra ótica. Há que se conciliar interesses e o mais importante é justamente o dos trabalhadores terceirizados. Projeto de lei elaborado pelas centrais sindicais e pelo governo tem, como objetivo, garantir e exigir direitos e deveres, aos terceirizados e às empresas que usam essa modalidade de contratação.
Segundo o Ministério do Trabalho, o Projeto apoiado pelas centrais deverá ser analisado pela Casa Civil da Presidência da República, que ficou de fazer alguns ajustes e, logo após, enviá-lo ao Congresso Nacional para discussão e aprovação. Deverá ser um debate muito produtivo e, de nossa parte, haverá intensa participação no sentido de garantir os direitos dos terceirizados.
O Sindicato dos Eletricitários sabe que, para as empresas contratantes, o trabalho terceirizado é altamente lucrativo. Mas entende, ao mesmo tempo, que não pode ser usado como forma de precarização dos serviços prestados aos consumidores. Temos dito isso desde o início do processo de terceirização e intensificamos nossa luta em 2009. Se a empresa quer terceirizar algum serviço deve ter como premissa básica a manutenção da qualidade do serviço prestado e a garantia de saúde e segurança no trabalho. Não admitimos, em hipótese alguma, “economias” geradas com má qualidade do serviço, baixo treinamento dos trabalhadores e pouco investimento em saúde e segurança.
Apesar dos trabalhadores terceirizados, no caso dos eletricitários, realizarem muitas funções iguais aos dos funcionários do quadro próprio, como manutenção de usinas, redes e equipamentos, cortes e religamentos, leitura de medidores e entrega de faturas, seus reajustes não são iguais aos dos funcionários diretos. E isto é ilegal, já que são garantidos salários iguais para funções iguais no âmbito de cada empresa. Além dos salários desiguais, o treinamento e os cuidados com a saúde e segurança dos terceirizados são bem inferiores, o que é não apenas ilegal, mas profundamente desumano. É por isso que a União Geral dos Trabalhadores (UGT) diz que “o estado de São Paulo possui cerca de um milhão de terceirizados e 40% deles sofrem algum tipo de exploração”.
A importância desse novo projeto é que as empresas contratantes também terão parcela de responsabilidade quando do não cumprimento das obrigações trabalhistas por parte das empresas prestadoras desse tipo de serviço. O projeto garante ainda, como direito dos terceirizados, passíveis de serem cobrados das contratantes, as horas extras, férias, 13º salário, contribuição ao INSS e ao FGTS, entre outras condições que proporcionam uma vida digna e justa ao trabalhador.
Talvez essa seja a solução para que as empresas contratantes percebam que o critério de menor preço não é suficiente para a contratação das prestadoras de serviços. Os trabalhadores não são simples peças a serem movidas em um tabuleiro, mas sim a verdadeira força de trabalho que cria os lucros das empresas. Justamente por isso e porque são seres humanos exatamente iguais aos trabalhadores contratados diretamente, merecem toda atenção e respeito.
(*) Carlos Reis é presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo



