segunda-feira, 11 de março de 2013

Eliseu Gabriel - Mais uma Faculdade Pública!

Valeu o mandato, mais uma Faculdade Pública !!!



Há 9 meses enviei uma mensagem a você comentando as imensas desigualdades de oportunidades em nossa cidade. Informei também do trabalho que eu desenvolvia, havia algum tempo, para levar uma Faculdade Pública de Engenharia para a região Noroeste da Capital, mais precisamente, Pirituba.


Pois é, conseguimos !!!


O primeiro Projeto de Lei do Prefeito, Fernando Haddad, enviado à Câmara Municipal de São Paulo é o PL 007/2013, que cede o terreno da av. Mutinga, 951, em Pirituba, ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), para a construção de um campus que abrigará, além de Faculdades Públicas, ensino profissionalizante, também gratuito, de ótima qualidade.



Veja mais informações no meu site: www.eliseugabriel.com.br










sexta-feira, 8 de março de 2013



Neste Dia Especial, o STIEESP Deseja a todas um Feliz Dia Internacional das Mulheres!


segunda-feira, 4 de março de 2013

sexta-feira, 1 de março de 2013


Governo discute em segredo socorro bilionário às empresas distribuidoras de energia elétrica



O setor elétrico brasileiro vive um paradoxo. Neste mês de fevereiro começou a vigorar, sob fanfarras, o desconto médio de 20% nas contas de luz, conforme prometera Dilma Rousseff. Simultaneamente, as distribuidoras de energia elétrica pedem em Brasília autorização para reajustar suas tarifas. O governo diz ‘não’. E busca em segredo uma saída para cobrir um rombo bilionário das empresas.



Deve-se o buraco aos caprichos da natureza. Embora o período seja de águas, chove pouco no Brasil. Em consequência, os reservatórios das hidrelétricas estão abaixo do razoável. Para evitar apagões e racionamentos, acionaram-se as usinas térmicas. O problema é que, além de ser ambientalmente suja, a energia térmica é mais cara. Resultado: subiram os custos das distribuidoras.

Pela lei, as empresas podem repassar essa elevação de custos aos consumidores. Precisam, porém, de autorização da Aneel, a Agência Nacional de Energia Elétrica. Algo que só costuma ocorrer uma vez por ano, quando são repactuadas as tarifas. Em casos de ameaça à saúde financeira, as empresas podem requerer revisões extraordinárias. É o que várias delas resolveram fazer agora.


Acionadas, as autoridades do setor elétrico negam-se, por ora, a autorizar os reajustes. Por duas razões: 1) a elevação de tarifas mastigaria um pedaço do desconto trombeteado por Dilma. 2) os reajustes jogariam gasolina nos já incendiados índices da inflação. Como ainda não inventaram a mágica de retirar cartolas de dentro dos coelhos, o buraco na escrituração das empresas cresce na proporção direta da embromação de Brasília.


A primeira vítima da encrenca é a transparência. Sonega-se ao brasileiro o tamanho do rombo. Na semana passada, o presidente de uma grande distribuidora de energia da região Sudeste informou em reunião do conselho que o uso das térmicas abrirá neste ano uma fenda de algo como R$ 25 bilhões na escrituração das empresas do setor.


Um secretario estadual de energia ouvido pelo repórter estimou que o vermelho no balanço das distribuidoras deve roçar os R$ 10 bilhões já em março. Mantidas em operação as térmicas, a cifra dobraria até julho. O blog apurou no Ministério de Minas e Energia que a Eletropaulo informou ao governo o seguinte: apenas no mês de janeiro, o uso da energia térmica custou à empresa um passivo de cerca R$ 1 bilhão.

Em negociações que se intensificaram na semana passada e serão retomadas nesta segunda-feira (25), empresas e governo buscam uma saída. Em meio às conversas reluzem dois vocábulos: Tesouro Nacional. Sim, isso mesmo. Um das alternativas que se encontram sobre a mesa é a injeção de dinheiro do contribuinte nas empresas. Nada a ver com os mais de R$ 8 bilhões que o governo gastará para implementar a poda nas contas de luz. Será dinheiro novo.


Se Dilma Rousseff não der meia-volta, terminará virando gestora de um contra-senso: num instante em que o governo deveria recomendar comedimento aos consumidores de energia, estimula-se o esbanjamento de milhares de megawatts que escasseiam nas hidrelétricas. Não se pode exigir da presidente que faça chover. Mas pode-se pedir a ela que se abstenha de mandar a lógica ao raio que a parta.

Fonta: Josias de Souza - UOL   Acesse: http://tinyurl.com/aqb8oqz

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Convênios STIEESP

O Sindicato em parceria com Faculdades e Universidades, oferece descontos especiais para os associados. Acesse o nosso site e confira!


Parcerias: FASM (Faculdade Santa Marcelina); UNISANTA (Universidade Santa Cecília); ); UniSant'Anna; FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo) e Faculdade Impacta Tecnologia.



Não perca esta oportunidade!

Acesse:  http://tinyurl.com/b7oz4l6





sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Custo de vida em São Paulo tem alta de 1,77% em janeiro

Em janeiro, o custo de vida no município de São Paulo registrou alta de 1,77%, segundo cálculo do DIEESE. Há 10 anos, desde janeiro de 2003 (quando o aumento chegou a 2,92%), não se observava taxa tão elevada. Em relação a dezembro de 2012, quando a taxa ficou em 0,43%, houve aumento de 1,34 ponto percentual (p.p.).


Os grupos que mais pressionaram a inflação neste início de ano foram: Alimentação (1,88%), Educação e Leitura (5,46%), Habitação (1,44%) e Despesas Pessoais (7,60%), que colaboraram no cálculo desta inflação com 1,64 pp.

A íntegra do texto pode ser encontrada em http://trovatore.dieese.org.br/analiseicv/2013/201301analiseicv.pdf.

Cesta básica - Em janeiro, todas as 18 capitais onde o DIEESE realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica registraram aumento no preço dos produtos alimentícios essenciais, com altas entre 2,19%, apurada em Fortaleza, a 17,85%, verificada em Salvador.O salário mínimo necessário foi estimado em R$ 2.674,88.

Fonte: DIEESE

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Desconto de 20% nas contas de luz já está valendo

Deputado Roberto Santiago foi artífice da redução na Câmara Federal


A presidente Dilma Rousseff sancionou, 14, a Medida Provisória (MP) 579, que prevê regras para redução das tarifas de energia elétrica, em média, de 20,2% no mês que vem para todos os consumidores do país. Agora, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) trabalha nos últimos detalhes para regulamentar as medidas e promover a redução nas contas de luz que chegarem aos consumidores em março, referentes ao consumo em fevereiro. A queda nas residências será de 16,2% e, para as indústrias, pode chegar a 28%.

Foi o deputado Roberto Santiago (PSD-SP), quem deflagrou o processo de devolução, quando presidiu a Comissão de Defesa do Consumidor, convocando a Aneel diversas vezes para explicar o mecanismo de cobrança que surrupiou dos bolsos dos consumidores, entre 2002 a 2009, mais de 7 bilhões de reais cobrados a mais nas contas de luz de todo o País. “Não é favor nem desconto, ou benesse. É devolução. Insistimos, o TCU investigou e encontrou o rombo. O abuso ocorreu durante esses 7 anos. A Aneel ainda nos desafiou, avisando que não devolveria o que seria uma diferença técnica e não um erro de cálculo”, disse o deputado Roberto Santiago. Na sanção, a presidente acolheu emenda apresentada no Congresso que permite a renegociação de excedentes de energia contratados por grandes consumidores no mercado livre, ou seja, principalmente as indústrias intensivas em energia, como siderúrgicas. Isso significa que uma indústria poderá fazer contratações a longo prazo de energia de maneira menos arriscada porque, se no futuro ela não tiver consumido aquilo que esperava, poderá renegociar a sobra.

Assessora de Comunicação - Deputado Roberto Santiago (PSD-SP)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Fala Eletricitário




Agora você pode soltar a voz nas redes sociais do Sindicato, fazendo comentários, sugestões, denúncias, críticas ou reclamações sobre o seu ambiente de trabalho. O espaço é livre e você também pode aproveitá-lo para comentar as ações do Sindicato.

Se você quiser ver a sua opinião publicada na Revista do Eletricitário, utilize a hashtag #falaeletricitario no comentário, tanto na nossa página no Facebook, quanto no twitter (@eletricitarios).

O Sindicato se reserva ao direito de resumir textos muito longos e apurar todas as informações prestadas, a fim de resguardar a entidade.

OBS: Não serão aceitos comentários ofensivos

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Energia mais (barata) do mesmo


 Energia mais (barata) do mesmo

 Por Carlos Alberto dos Reis (Carlão)



Companheiros,

Depois que a presidenta Dilma Rousseff anunciou a redução das contas de luz e a prorrogação dos contratos das concessionárias de energia, mais uma nuvem de expectativas vem pairando sobre o desenvolvimento do País. Segundo o Governo Federal, a conta para as residências deverá diminuir em 16,2%, e a redução nas indústrias vai ser de 28%. Já as concessões de energia, que venceriam entre 2015 e 2017, tiveram seus prazos prolongados.
Vamos combinar: ao prorrogar os contratos, Dilma tomou uma atitude muito positiva, evitando mais incertezas no setor elétrico. Ou seja, embora as empresas de energia apresentem sérias falhas, como a falta de investimentos na rede elétrica, o grande número de trabalhadores terceirizados, o atendimento precário aos consumidores etc. A sociedade, e principalmente os trabalhadores, sabem quais são as principais prestadoras do setor e quais são as maiores dificuldades em cada empresa.


Mas o que nos desperta uma certa preocupação é que, à primeira vista, lo Governo deverá diminuir o custo da energia elétrica para todos os brasileiros – tanto nas residências, quanto nas indústrias. Entretanto, não é de hoje que sabemos que promessas como essa tendem a prejudicar a todos os membros que formam o corpo do setor elétrico: e o trabalhador sempre é a primeira parte a ser atingida.


Os salários do trabalhador do setor elétrico acompanham a redução da conta de luz: é uma relação proporcional. E as desculpas já são velhas conhecidas: as ações da bolsa vão despencar, os investimentos em energia continuarão precários e o capital humano será desvalorizado – ou seja, as adversidades são sempre as mesmas, sempre persistem.


O trabalhador é o principal insumo da indústria, e não a energia elétrica. Por isso, não podemos desvalorizá-lo. Qual indústria vai se fortalecer com os seus trabalhadores enfraquecidos? Corporação séria se fortalece com energia humana, País sério se desenvolve com a energia de seus trabalhadores – é isso que a gente deveria ter aprendido há muito tempo, é daí que surge o avanço.

O trabalhador eletricitário é a peça fundamental para o bom funcionamento da máquina do setor elétrico, e, por isso, não pode arcar com consequências oriundas de decisões não acertivas. Companheiros, estamos diante de um Governo que demonstra sinais contraditórios.

Um Governo petista que, às vezes, parece jogar no time da indústria, retomando os velhos costumes dos tucanos. Um Governo que faz barganhas com as fábricas, em vez de entender as reais necessidades dos trabalhadores e da população.

*Carlos Alberto dos Reis (Carlão) é presidente do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo

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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Governo decide renovar concessões do setor elétrico


Na manhã desta terça-feira (11), o Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, anunciou que os contratos das concessionárias de distribuição, transmissão e usinas de geração serão prorrogados para além de 2015, ano em que começariam a vencer as concessões do setor elétrico.


A decisão de prorrogar as concessões do setor faz parte do pacote de energia do Governo Federal, que determina não só a continuidade dos serviços prestados pelas concessionárias, mas também a redução efetiva das tarifas de energia.

A determinação será concretizada por meio de uma Medida Provisória assinada pela presidenta Dilma Rousseff. O documento também vai incluir restrições aos encargos setoriais.

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Foto: divulgação


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Dilma anuncia energia mais barata em 2013


Em comunicado nacional veiculado na última quinta-feira (6), a presidenta Dilma Rousseff anunciou que a tarifa de energia terá redução média de 16,2% para residências e de 28% para as indústrias de todo o País.


As distribuidoras deverão se adequar ao novo “pacote de energia”, que começará a vigorar em 2013. As contas de luz das fábricas deverão abaixar mais do que as residenciais, pois os custos de distribuição são sempre mais baixos para o setor secundário.


De acordo com a presidenta, a redução deve vigorar a partir do ano que vem, e os métodos serão divulgados amanhã (11). No entanto, acredita-se que o Governo adotará medidas para dar fim aos encargos setoriais, além de fechar o cerco dos investidores.


Em seu discurso, Dilma Rousseff ainda afirma que o novo pacote de energia será fundamental para o desenvolvimento da economia brasileira. “É um novo salto para o Brasil crescer mais e melhor”, afirma a presidenta.










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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Elektro abre programa de estágios

A partir da próxima segunda-feira (6), a Elektro vai abrir um programa de estágios para os estudantes dos últimos e penúltimos anos de Engenharias Elétrica, Mecânica, da Computação, de Telecomunicações e Ambiental, Administração de Empresas, Estatística, Ciências Econômicas, Economia, Ciências Contábeis, Sistemas da Informação, Análise de Sistemas, Ciências da Computação, Jornalismo, Relações Públicas, Relações Internacionais, Publicidade e Propaganda, Letras, Direito e Psicologia.

São 30 vagas, disponíveis para estudantes que morem nas cidades de Atibaia, Andradina, Guarujá, Limeira, Registro, Tatuí e Ubatuba. As inscrições vão até o dia 14 de setembro e podem ser feitas pelo site da distribuidora.

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